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Como se preparar financeiramente para comprar um imóvel

Juntar dinheiro, infelizmente, ainda não é um hábito muito comum à maioria dos brasileiros. Segundo uma pesquisa do SPC Brasil, construir uma reserva financeira ainda é um costume que não faz parte do planejamento de 70% da população do país. Ou seja, para alcançar o objetivo, é preciso pensar fora da caixa. Para isso a […]

07/04/2022

Juntar dinheiro, infelizmente, ainda não é um hábito muito comum à maioria dos brasileiros. Segundo uma pesquisa do SPC Brasil, construir uma reserva financeira ainda é um costume que não faz parte do planejamento de 70% da população do país. Ou seja, para alcançar o objetivo, é preciso pensar fora da caixa.

Para isso a palavra de ordem é disciplina. Controlar gastos supérfluos ou até aqueles considerados invisíveis, como um happy hour, aquele pedido de refeição delivery… itens que parecem inofensivos, mas que “desaparecem” no orçamento mensal, sabe? Afinal, não é apenas sua alimentação que precisa ser saudável. Seus hábitos financeiros também, certo?

Agora, se existe alguma dificuldade em poupar, bancos e corretoras de investimentos oferecem inúmeras possibilidades, como reservas e movimentações automáticas com datas fixas mensais, para quem quer engordar o porquinho.

Onde, quando, como e porquê

Antes de qualquer coisa, é preciso encarar os fatos. Parcelas de um financiamento imobiliário costumam durar por um bom tempo. Então, é preciso ter clareza de que o imóvel escolhido esteja de acordo com as prioridades individuais e familiares de médio e longo prazo.

Então, nada como avaliar o cenário da sua vida. Aquele momento de autoconhecimento mesmo, sabe? A fase da carreira, por exemplo, é um fator importante. Profissionais em início de carreira talvez precisem de mais tempo para se ajustar ou de mais garantias para o financiamento.

Outras questões, como uma festa de casamento recente, o nascimento de uma criança, emergências familiares… Tudo isso precisa entrar na conta na hora de escolher o lar doce lar.

O custo de vida pode variar entre um bairro e outro de cada cidade. Analisar a infraestrutura, mobilidade e até os preços praticados pelo comércio da região é essencial para minimizar as surpresas depois de ter as chaves nas mãos. Então, pesquise bastante. Pergunte aos moradores mais antigos, passeie pela região e conheça o lugar do seu futuro lar. Tudo isso pode influenciar – e muito – na decisão final.

Dinheiro na mão!

Depois da pesquisa de campo, chegou a hora de fazer acontecer! Há quem prefira – e tenha condições – de juntar todo o dinheiro para pagar pelo novo lar à vista. Um investimento alto! E por isso, para a maioria das pessoas ainda é mais viável optar pelo financiamento imobiliário.

A maioria das linhas de crédito praticadas no Brasil permite financiar entre 50% e 80% do valor do imóvel. Logo, é fundamental ter em mente a necessidade de reservar entre 20% e 50% para dar a entrada na aquisição da propriedade.

É nesse momento que as opções de poupança e investimentos de baixo risco praticadas pelas instituições financeiras, como o Tesouro Direto, por exemplo, podem ser úteis.

A regra é clara: quanto maior for sua reserva, menores serão os juros. Então, 20% costuma ser o valor mínimo para dar entrada em um financiamento imobiliários. Afinal, uma boa entrada pode reduzir tanto o prazo quanto os juros praticados. Mas claro, se possível, o pagamento à vista sempre abre portas para maiores negociações e descontos.

Quem guarda, sempre tem!

Um conselho comum entre especialistas no ramo é guardar cerca de 30% da sua renda mensal para esta empreitada. Dessa maneira, você garante o valor da entrada, talvez de algumas parcelas e, de quebra, ainda se adapta ao novo estilo de vida financeiro.

Afinal, o investimento não acontece apenas no pagamento da entrada ou das parcelas, mas também nos valores adicionais, muitas vezes ignorados na hora do planejamento.

Adquirir um imóvel envolve burocracia. O novo proprietário precisa estar preparado para pagar por despesas, como escritura, documentação, o Imposto Sobre Transmissão de Bens (ITBI), que varia de acordo com o valor do imóvel, do município e cartório.

Além disso, também tem o valor do Imposto Territorial e Predial Urbano (IPTU). No caso de apartamentos ainda existirão valores referentes à manutenção do condomínio, fundos de reserva, de obras… Sim, a lista é extensa. Mas, acredite, você consegue!

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